Apenas o seu velho bardo de sempre —
vídeos duvidosos, textos estranhos e crônicas decadentes.
O que acontece aqui?
Este é o território miserável das histórias sem verniz colorido de nostalgia, do cinema esquecido, dos filmes de terror, dos videogames que não dão engajamento e dos animes antigos que agora recebem o rótulo ególatra e anacrônico conhecido como "envelheceu mal".
Aqui não há resgate afetivo higienizado pra se encaixar no amigável para anunciantes. O passado é mais sujo do que contam na internet.
Apesar de também falar de músicas, livros, desenhos animados em geral, cinema, filmes antigos e programas de TV e rádio que caíram no esquecimento, você vai me encontrar falando mais frequentemente de:
Mais sobre o autor
Quem sou? O que eu faço?
Bom... Eu me chamo Marcio Baião, vulgo Baionder, o Bardo.
Sou roteirista, cronista, historiador, tradutor e localizador cultural — nascido e crescido na cultura efervescente da Recife dos anos 80 e 90. Cuspido da lama do mangue diretamente para uma família disfuncional, a violência e as tragédias que não valem ser explicadas aqui não ofuscaram meu interesse por arte, literatura, cinema, música e, especialmente, pelos nichados mundos dos quadrinhos, da cultura japonesa e do tão inacessível mundo dos videogames naquele pobre Brasil quebrado, apesar de fascinante.
À medida que fui ficando adulto, meu interesse por tantas formas de conhecimento não acompanhava meu pouco poder de compra, tampouco meu questionável desenvolvimento intelectual — questionável provavelmente pelos tantos senhores que me expulsaram de suas escolas. Mas, com o passar do tempo, mesmo que minha dificuldade em lidar com a autoridade e aceitar o senso comum nunca tenha diminuído, aprendi a me adaptar ao mundo (será?).
Nesse meio tempo, trabalhei com coisas que você não acreditaria e fiz outras que você provavelmente reprovaria. Bem... nunca disse a ninguém que sou uma boa pessoa.
Com o tempo, deixei o lado criativo pausado, o lado boêmio controlado e vivi do ramo da saúde e dos esportes (atletismo, futebol e boxe). Estranho, não? Um cara dos esportes falando de nichos nerds.
No mundo da criação de conteúdo, desde 2020 falo sobre minhas experiências com fliperamas e videogames antigos no YouTube (onde comecei no "Pior Canal do Mundo"). Antes disso — nossa, muito antes disso... — eu vendia textos sobre filmes de terror antigos, animes obscuros, música, quadrinhos e até peças de humor; tudo graças ao alcance do meu primeiro blog, o finado Cerveja Barata. O que significa dizer que comecei a fazer o que faço em 2003.
Bem... creio que não preciso explicar muito mais além do óbvio: sou completamente apaixonado por videogames retrô, horror, animação, RPG, filmes antigos, séries, rádio, TV e até propagandas esquecidas. Por algum motivo, pesquisar a história de tantas formas de mídia e seu impacto no povo brasileiro me fascina profundamente.
Mas aviso logo: não curto essa vibe de "influencer" e todos os vícios que vêm junto. Sou só um cara com um monte de textos para revisar, um computador, uma câmera velha, um microfone surrado e um copo de uísque...
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Como apaguei minhas redes sociais, no momento o e-mail é o canal garantido. Em breve organizarei Telegram e Discord.
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Vídeos de gosto duvidoso
Este é um canal ruim. Péssimo. O pior canal do mundo.
Aqui se fala de jogos antigos sem nostalgia de plástico e sem cenário colorido. Não há nada de grandioso aqui. Há apenas histórias e crônicas sobre o contato com os videogames nos anos 80 e 90 pelo olhar de um moleque brasileiro da época, que não tinha videogame em casa, tampouco dinheiro pra jogar.
Entre moedas, cartuchos, CDs, disquetes e cicatrizes. Muitas cicatrizes... Seja pessimamente mal-vindo ao pior.
Quadros do Canal
... com Café
Games com café leva o nome do hardware onde roda originalmente o jogo do dia. Master System, NES, Mega Drive, SNES, PS1, Sega Saturn e N64.
Noites Abandonadas
Arcades, consoles esquecidos, jogos abandonados de PC e entretenimento eletrônico violento ou libidinoso para adultos. O tal do +18.
Diário de Bordo
História do videogame pura. Uma expedição náutica à época em que os jogos foram lançados. Dizem que funciona melhor após uma dose de uísque.
Tapa na Cara
Quadro de opinião completamente irrelevante sobre assuntos que não interessam a absolutamente ninguém. Polêmicas que nunca foram problema real.
Experiência Original
Os jogos são pano de fundo para as lembranças de um moleque de bairro pobre num Brasil falido — tudo que era assistido, ouvido, visto e conversado na época em que cada jogo chegou ao brasileiro comum. Experiência Original não tem nada demais. Apenas é o que é.
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